sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

COM RETOMADA DOS NEGOCIOS NAS CIDADES FLUIMINENSES FAZ SURGIR BASTANTE OPORTUNIDADES DE TRABALHO NA ÁREA DE PETRÓLEO E GÁS

RETOMADA DE NEGÓCIOS NA ÁREA DE PETRÓLEO FAZ SURGIR NOVAS OPORTUNIDADES NAS CIDADES DO NORTE FLUMINENSE

Macaé-RJ
Macaé-RJ
O anúncio de alguns negócios na área de petróleo e gás tem feito soprar uma boa brisa de retomada da economia do note fluminense, principalmente nas cidades de São João da Barra, Rio das Ostras e Macaé. Conhecida como a capital do petróleo, Macaé já sente até mesmo o seu mercado imobiliário reaquecer. Uma empresa chegou a colocar a venda dois andares num dos mais importantes prédios comerciais da cidade, o Petro Office, em Imbituba. O complexo do Açu, levou muita riqueza para região e tem a  tendência de crescimento é exponencial. Havia rumores da construção de um Spoolbase no Açu, uma obra da TechinipFMC, muito antes mesmo do anúncio na quarta-feira(6) da empresa da conquista de um contrato de quase US$ 1 bilhão, cerca de R$ 3,7 bilhões, para diversos serviços no pré-sal de Santos.
Para lembrar,  a TechnipFMC anunciou que venceu  uma licitação relacionada ao campo Mero, no bloco de Libra, dentro no pré-sal da Bacia de Santos. Pelo acordo,
Complexo do Açu
Complexo do Açu
a Technip ficará responsável pela engenharia, aquisição e construção de todas as linhas rígidas, bem como a instalação e pré-comissionamento de todos os sistemas de risers e linhas de produção para interligação de 13 poços ao FPSO Guanabara MV 31. O contrato  inclui a instalação dos dutos rígidos, risers flexíveis e linha de produção, umbilicais de tubo de aço e outros equipamentos submarinos necessários. No entanto, no caso dos risers flexíveis e umbilicais de tubo de aço, os equipamentos serão fornecidos por terceiros e disponibilizados pela Petrobrás.
Rio das Ostras pode ser um novo centro avançado tecnológico, caso confirmada a instalação de uma empresa da estatal chinesa de tecnologia Huawei,  na Zona Especial de Negócios (ZEN). A notícia agitou a economia local e regional foi trazida durante visita de uma comitiva de Rio das Ostras, ao cônsul geral da República Popular da China, Li Yang. O tema do encontro foram os  investimentos tecnológicos e a atração de empresas estrangeiras para o município. O diretor da estatal chinesa de tecnologia Huawei, Tyler Du,  falou sobre a possibilidade de instalar uma unidade em  Rio das Ostras e viu na ZEN uma grande oportunidade,
Rio das Ostras
Rio das Ostras
principalmente pela infraestrutura oferecida e a localização, próxima a BR 101 e o polo offshore. Investimentos e a implantação de empresas chinesas na cidade significará a aceleração do desenvolvimento econômico do município com geração de renda e abertura de novos postos de trabalho. Uma comitiva chinesa deverá fazer uma visita técnica na cidade ainda nesse semestre.
Há muita expectativa também pela construção  de mais um porto na cidade. A EBTE Engenharia, empresa que assumiu a gestão do projeto em 2016, entregou ao Inea a documentação que cumpre a instrução técnica exigida nesta primeira fase do licenciamento. O projeto Terminal Portuário de Macaé (Tepor) já está pronto para passar por discussão e avaliação de viabilidade técnica e de impacto ambiental junto à sociedade local. O terminal de apoio offshore incluirá nove berços para supply boats. Também poderá receber navios de longo curso para movimentação de cargas gerais, além de sondas e plataformas para manutenção e descomissionamento.
O Terminal Portuário de Macaé (Tepor) surgiu como um fator importante para o desenvolvimento econômico do município. Será um terminal para atender a necessidade da indústria de apoio às atividades de óleo e gás, além de soluções para transportes de cargas de outros setores. Sua área onshore ocupará um total de até 6 mil m2, e terá espaço para estocagem e armazéns alfandegados. Estão incluídos um Terminal de Armazenamento de Petróleo, com capacidade de 4,5 milhões de barris; Terminal de Armazenamento de Combustíveis, com capacidade de 420.000 m³; Planta de Processamento de Gás Natural, com capacidade de processamento de 60 TEPOR 1milhões m3/dia.
O porto contará com dois terminais offshore: O Terminal A, voltado a líquidos e apoio offshore, que será ligado à terra através de uma ponte de 4km e contará com 16,5 metros de profundidade e será composto por dois berços para movimentação de líquidos, ligados por dutos a um terminal onshore de armazenamento de combustíveis, produtos químicos e outros derivados, com capacidade de armazenamento de até 420 mil m³, com um berço para recebimento de para cargas de GNL e  uma  unidade flutuante de regaseificação,   área reservada para implantação de tanques de armazenamento de GNL. Já o Terminal B, para movimentação de petróleo, contará com dois berços de atracação, em condições totalmente abrigadas, com profundidade natural de 27 metros, aptos a receber navios VLCC. Ele terá capacidade para movimentação de até 2 milhões de barris de petróleo por dia.

A PETROLEIRA FRANCESA TOTAL ANUNCIA UMA PREVISÃO DE AUMENTO NA PRODUÇÃO DE PETROLEO EM 9%

TOTAL PREVÊ AUMENTO DE PRODUÇÃO EM 9% E INÍCIO DE PRODUÇÃO EM IARA NESTE ANO


TotalA petroleira francesa Total anunciou nesta quinta-feira (7) os seus resultados financeiros e operacionais, além de ter traçado também algumas metas para o ano de 2019. A companhia afirmou que espera ver sua produção aumentar 9% neste ano, graças ao crescimento dos campos Kaombo North, Egina e Ichthys. Além disso, ainda de acordo com empresa, o início da produção em Iara (nos campos de Berbigão-Sururu, por meio da P-68), no Brasil; Kaombo South, em Angola, Culzean, no Reino Unido; e Johan Sverdrup, na Noruega, vão influenciar no resultado.
Para lembrar, a Total passou a ter uma fatia de 22,5% em Iara, que foi adquirida da Petrobrás, em janeiro do ano passado.  A nova composição do consórcio passa a ser: Petrobras como operadora (42,5%), Shell (25%), Total (22,5%) e Petrogal (10%).
A companhia informou ainda que está determinada a tirar proveito do ambiente favorável de custos e, por isso, planeja lançar projetos em 2019, incluindo o Mero 2, no Brasil, Tilenga e Kingfisher, em Uganda; e o Arctic LNG 2, na Rússia. 
Em 2018, a produção de hidrocarbonetos da Total foi recorde, chegando a 2,775 milhões de barris de óleo equivalente, um aumento de mais de 8% em relação ao ano passado. O lucro da companhia subiu 10% no quarto trimestre do ano passado, totalizando US$ 3,2 bilhões. Dessa forma, o resultado anual da petroleira ficou com um lucro de US$ 13,6 bilhões, salto de 28% na comparação com 2017.
FONTE: PETRONOTÍCIAS

BRASIL DEFICIENTE DE PRODUTO QUÍMICOS CONSEQUENTEMENTE IMPORTA MUITO E AVANÇA PARA IMPORTAR MAIS DE 20%

DÉFICIT EM PRODUTOS QUÍMICOS DO BRASIL TOTALIZOU US$ 29,6 BILHÕES E AVANÇA 22,6%

2311O Brasil importou US$ 43,3 bilhões em produtos químicos em 2018, valor total pago pela aquisição de praticamente 45,2 milhões de toneladas entre as diversas mercadorias acompanhadas pela Abiquim no âmbito da balança comercial setorial. Na comparação com os resultados de 2017, foi registrado um aumento de 16,4% no valor monetário das importações, ao passo que as quantidades físicas adquiridas pelo País foram 4,7% superiores. Em termos históricos, as quantidades importadas em 2018 são as maiores de todos os tempos. Quando comparadas com as 37,5 milhões de toneladas de 2013, ano em que foi registrado o maior déficit no histórico da balança comercial de produtos químicos, de US$ 32 bilhões, observa-se um aumento de 20,5%, sobretudo em produtos químicos para o agronegócio, que poderiam ser fabricados no País. Entre os grupos acompanhados, os intermediários para fertilizantes foram perceptivelmente o principal item da pauta de importação do setor com compras de mais de US$ 7,6 bilhões, em 2018, equivalentes a 65,6% (27,3 milhões de toneladas) das 45,2 milhões de toneladas em compras externas de produtos químicos.
As exportações brasileiras de produtos químicos, por sua vez, de US$ 13,7 bilhões, em 2018, foram praticamente estáveis, na comparação com o ano anterior, com movimentação de 13,4 milhões de toneladas para mais diversos mercados de destino. Quanto ao grupo de produtos químicos mais exportados, as resinas termoplásticas, com vendas externas de US$ 2,1 bilhões, ocuparam tal posto, não obstante redução de 9,2% do valor das vendas para o exterior e de 17% nas quantidades exportadas desses produtos na comparação com 2017. O déficit na balança comercial de produtos químicos totalizou US$ 29,6 bilhões em 2018, um crescimento constante e progressivo nos últimos três anos. Este  fato vinha sendo alertado pela Abiquim.
Para o presidente da Abiquim, Fernando Figueiredo, apesar da  iniciativa do Governo Federal de se comprometer com metas concretas a serem alcançadas nos seus primeiros 100 dias de gestão, é preocupante que temas absolutamente imprescindíveis para a competitividade da indústria brasileira, como as reformas da Previdência e Tributária e medidas para redução dos juros, não estejam listados no documento: “A indústria química pode ser o motor do crescimento do País na próxima década, se tivermos nafta e gás natural a preços internacionais. No tocante à inserção internacional da economia brasileira, a Abiquim sempre foi e continuará sendo favorável a uma abertura comercial responsável, pois ela deve ocorrer concomitante a medidas de redução do Custo-Brasil”.
Fonte:petronoticias

domingo, 6 de janeiro de 2019

RECÉM IMPOÇADO PRESIDENTE DA PETROBRAS E A FAVOR DA SUA PRIVATIZAÇÃO!

Novo presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco é defensor da privatização da estatal.

A assessoria do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta segunda-feira (19) que o economista Roberto Castello Branco será o novo presidente da Petrobras. De perfil liberal, a exemplo de Guedes, Castello Branco é defensor da privatização da empresa e de outras estatais.
Resultado de imagem para PETROBRAS
Em artigo publicado na Folha de S.Paulo em 2 de junho, o economista defendeu a privatização da companhia ao criticar a intervenção do governo Michel Temer no preço do óleo diesel para acabar com a greve dos caminhoneiros, que prejudicou o abastecimento no país por dez dias em maio.
Resultado de imagem para greve dos caminhoneiros 2018
“Uma das lições que se tira desta crise é a urgente necessidade de privatizar não só a Petrobras, mas outras estatais”, escreveu. “É inaceitável manter centenas de bilhões de dólares alocados a empresas estatais em atividades que podem ser desempenhadas pela iniciativa privada, enquanto o Estado não tem dinheiro para cumprir obrigações básicas, como saúde, educação e segurança pública, que até mesmo tiveram recursos cortados para financiar o subsídio ao diesel”, ressaltou.
Ainda no artigo, Castello Branco disse que os políticos e parte da opinião pública elegeram a política de preços da Petrobras, cujo responsável era seu presidente, Pedro Parente, como “culpada” pela greve dos caminhoneiros.
Resultado de imagem para PETROBRAS
Mercado de combustíveis
“Ninguém se deu ao trabalho de observar que o preço do óleo diesel no Brasil é inferior à média global, US$ 1,02 contra US$ 1,07 (dados de 28 de maio da Global Petrol Prices). No caso do diesel, embora seguindo o mercado global, é o comitê de uma única empresa, uma estatal dona de 99% do refino, quem anuncia os preços. Essa é mais uma razão para privatizar a Petrobras. Precisamos de várias empresas privadas competindo nos mercados de combustíveis.”
Bolsonaro divergiu de Paulo Guedes e se manifestou contra a privatização da Petrobras durante a campanha.
Durante a campanha presidencial, Jair Bolsonaro disse ser contrário à privatização da Petrobras. Seu futuro ministro da Economia, porém, já defendeu a transferência integral do capital da companhia para a iniciativa privada.
Resultado de imagem para PETROBRAS
Chicago
Assim como Paulo Guedes, Roberto Castello Branco fez pós-doutorado na Universidade de Chicago e tem grande experiência nos setores público e privado. Ele já ocupou cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale, fez parte do Conselho de Administração da Petrobras e desenvolveu projetos de pesquisa na área de petróleo e gás. Atualmente é diretor do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Resultado de imagem para PETROBRAS
Com Roberto Castello Branco começa a ganhar corpo a nova equipe econômica. Na semana passada, Paulo Guedes já havia anunciado as indicações de Joaquim Levy para o comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central, além da permanência de Mansueto Almeida à frente da Secretaria do Tesouro Nacional.
Resultado de imagem para PETROBRAS
Leia a íntegra da nota divulgada pela assessoria de Paulo Guedes:
"O futuro Ministro da Economia, Paulo Guedes, recomendou ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, a indicação para a presidência da Petrobrás de Roberto Castello Branco, que aceitou o convite. Economista, com pós-doutorado pela Universidade de Chicago e extensa experiência nos setores público e privado, Castello Branco já ocupou cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale, fez parte do Conselho de Administração da Petrobrás e desenvolveu projetos de pesquisa na área de petróleo e gás. Atualmente é diretor no Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da Fundação Getúlio Vargas. O atual presidente da Petrobrás, Ivan Monteiro, permanece no comando da estatal até a nomeação do novo presidente."
FONTE:© 2019 - Congresso em Foco