quarta-feira, 13 de novembro de 2019

CONFORME RELATORIO PREVÊ DESACELERAÇÃO NA PRODUÇÃO EM RELAÇÃO AO CRESCIMENTO DO PETROLEO

Relatório prevê “grande desaceleração” no crescimento da produção de petróleo nos EUA


Fonte: Getty Images.
O crescimento da produção de petróleo dos EUA cairá de quase 2 milhões de B / D em 2018 para "praticamente nenhum crescimento até 2021", de acordo com um relatório da IHS Markit.
A mudança faz parte de "uma nova era de moderação para os produtores de xisto", pois as empresas se concentram na disciplina de capital e no retorno dos acionistas, disse Raoul LeBlanc, vice-presidente da IHS Markit para não-convencionais da América do Norte, em um comunicado à imprensa que descreve o relatório.
O afastamento do crescimento da produção a todo custo começou a sério ao longo do ano passado, e o impacto já está sendo sentido. Enquanto a produção de petróleo dos EUA subiu 5% em agosto, de julho para 12,37 milhões de barris / dia, segundo dados da Administração de Informações sobre Energia dos EUA, o aumento ocorreu em três meses consecutivos de queda , embora a média de julho tenha sido reduzida pela tempestade tropical Barry.
A desaceleração do crescimento ocorre quando os preços do petróleo intermediário do oeste do Texas permaneceram na faixa de US $ 50 / bbl por boa parte do ano. Em setembro, por exemplo, a média do WTI estava abaixo de US $ 57 / bbl, muito abaixo dos US $ 70 / bbl em média em setembro de 2018. Os US $ 50 s / bbl médios parecem ser "o ponto crucial decisivo" da viabilidade para o crescimento da produção de xisto e retorno dos acionistas, afirmou a IHS Markit. 
Observando que os preços do WTI devem continuar em média em torno de US $ 50 / bbl em 2020-2021, a empresa de pesquisa e análise prevê que os gastos de capital em perfurações e conclusões em terra caiam de 10% a US $ 102 bilhões este ano, 12% a US $ 90 bilhões em 2020 e 8% a US $ 83 bilhões em 2021 - um declínio de quase US $ 20 bilhões nos gastos anuais em apenas três anos.
Muitas empresas de exploração e produção (E&P), principalmente as menores, têm lutado para obter acesso a financiamento do mercado de capitais para financiar suas operações. Os E & Ps estão negociando em múltiplos que representam metade a um terço do que eram em 2017, e os mercados de dívida não estão dispostos a ajudar todas, exceto as maiores empresas de xisto.
"A combinação de mercados de capitais fechados e preços fracos está retirando dinheiro do sistema", disse LeBlanc. "Os investidores estão impondo disciplina de capital aos E&Ps, reduzindo os preços das ações e aumentando o custo do capital nos mercados de dívida".
Esses fatores trouxeram "os ventos mais fortes para os produtores de xisto desde o colapso do preço do petróleo em 2015", disse ele.
A perspectiva espera que o crescimento da produção total dos EUA seja de 440.000 B / D em 2020, antes de se estabilizar em 2021. Espera-se que o crescimento modesto seja retomado em 2022, mas longe dos níveis de crescimento dos últimos anos. No entanto, a análise da IHS Markit mostra que um preço do petróleo de US $ 65 / bbl apoiaria um forte crescimento e também proporcionaria retornos significativos aos acionistas.

Fonte>SPE

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

SOBE PARA 109 O NÚMERO DE LOCALIDADES AFETADAS POR VAZAMENTO DE ÓLEO CRU NO NORDESTE

SOBE PARA 109 O NÚMERO DE LOCALIDADES AFETADAS POR VAZAMENTO DE ÓLEO CRU NO NORDESTE


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A mancha de óleo que atinge a costa brasileira infelizmente avançou nas últimas horas, afetando um número maior de localidades. Em uma nova atualização do caso, o Ibama informou nesta sexta-feira (27) que já são 109 pontos no litoral do Nordeste atingidos pelo despejo de óleo cru. Ao todo, são sete estados que estão sofrendo com o incidente: Maranhão, Ceará, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba. Já foram encontradas seis tartarugas marinhas mortas contaminadas com óleo, além de outras três que foram recuperadas vivas.

Os trabalhos iniciais do Ibama, com apoio dos Bombeiros do Distrito Federal, indicam que o petróleo que está poluindo todas as praias seja o mesmo. Mas a sua origem ainda não foi identificada. A Petrobrás fez uma análise do material e o que se sabe, até o momento, é que óleo encontrado não é produzido pelo Brasil.
O Ibama pediu o apoio da estatal para atuar na limpeza de praias e a empresa disse que, nos próximos dias, irá disponibilizar um contingente de cerca de 100 pessoas para atuar nas localidades.

Fonte:Petronotícias

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

DERRAMAMENTO DE PETRÓLEO JÁ ATINGIU 52 PRAIAS DE OITO ESTADOS DO NORDESTE BRASILEIRO

DERRAMAMENTO DE PETRÓLEO JÁ ATINGIU 52 PRAIAS DE OITO ESTADOS DO NORDESTE BRASILEIRO

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Ninguém sabe, ninguém viu o que é ou quem são os responsáveis pelo vazamento de óleo cru que já poluiu 1.500 quilômetros do litoral do Nordeste, sujando praias de oito estados: Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piauí e Sergipe. 45 praias e 100 pontos do litoral desses Estados foram atingidos. A Marinha do Brasil está fazendo investigações, com ajuda do ICMBio. Até o momento, acredita-se  que o problema tenha sido causado por uma embarcação em alto mar. Porém, a origem do vazamento não foi localizada. A Petrobrás descartou a hipótese de a substância ter sido produzida ou comercializada pela companhia, mas afirmou que está cooperando para a limpeza das praias.
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De acordo com o IBAMA, a substância se trata de hidrocarboneto, conhecido como piche. O órgão está recolhendo amostras para identificar quem é o responsável. A Marinha enviou material para o Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, no Rio de Janeiro, mas não há resultados. O vazamento não parece ser muito antigo, por causa da consistência do piche. Pela proporção, é um acidente grande, com transporte ou produção. A  limpeza do óleo é diferente em cada área atingida, mas  existe tecnologia para reduzir o problema. Oito tartarugas e uma ave foram atingidas pelo derramamento de petróleo, mas a maioria estava morta e não conseguiu ser atendida pelos técnicos. O Ibama confirma que, por enquanto, não há contaminação de peixes e crustáceos ao longo do litoral nordestino. Por enquanto, apenas o turismo de várias regiões estão sofrendo com o problema. O turista que escolhe o nordeste  é atraído principalmente pelo litoral.  Apesar de outros atrativos, o sol e a praia são os mais fortes. Espera-se cancelamentos de viagens.
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O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) recomendou que a coleta do produto seja feita com ferramentas específicas para evitar contato direto com banhistas. A medida é preventiva contra irritações e processos alérgicos. O  piche provoca reações adversas no corpo, especialmente na superfície da mão, nos olhos e na boca. A melhor solução é manter distância do produto, isolando as praias até conseguirem informações mais complexas sobre a substância. A fim de preservar a vida e a saúde das pessoas, é importante não tomar banho, pescar ou comer nas praias afetadas.

Fonte:Petronoticias

domingo, 14 de julho de 2019

ÓLEO E GÁS Rodadas de Licitações para exploração e produção de petróleo e gás natural; entenda como funcionam

ÓLEO E GÁS

Rodadas de Licitações para exploração e produção de petróleo e gás natural; entenda como funcionam

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As Rodadas de Licitações são leilões por meio dos quais a União concede o direito de explorar e produzir petróleo e gás natural no Brasil. Desde 1999, foram realizadas 15 rodadas de blocos exploratórios e quatro de campos maduros sob o regime de concessão e quatro do pré-sal, sob o regime de partilha de produção.
Mais de 100 empresas, nacionais e estrangeiras, de diferentes portes, já participaram dos certames. Atualmente, a maior parte da produção brasileira é proveniente de blocos licitados nas rodadas.
Estão planejadas até 2021, diversas rodadas oferecendo áreas contendo bilhões de barris de petróleo e criando oportunidades para todos os tipos de empresas de exploração e produção.
As rodadas são preparadas pela ANP a partir das diretrizes do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) . É com base nessas orientações que a ANP realiza os estudos e indica as áreas com as características determinadas pelo CNPE, que, após aprová-las, autoriza a Agência a realizar as rodadas Resultado de imagem para rodadas de licitações anp
A partir da publicação da Resolução do CNPE que autoriza a rodada, a ANP publica o pré-edital e a minuta do contrato, os quais são objeto de consulta e audiência pública. O pré-edital contém o cronograma de eventos e publicações obrigatórios, que inclui seminários técnicos, jurídicos, fiscais e ambientais; divulgação das áreas dos blocos, entre outros. Nessa fase, é aberto o prazo para as empresas manifestarem o interesse em participar da rodada e para a análise das solicitações por parte da Comissão Especial de Licitação, que aprova ou não a inscrição das empresas. Todo esse processo é amplamente divulgado e conta com o envolvimento da sociedade e dos agentes regulados pela ANP.
As sessões públicas de apresentação das ofertas são realizadas, em geral, em apenas um dia em evento aberto ao público e com a presença de autoridades, sociedades empresárias e imprensa. As empresas inscritas (sozinhas ou em consórcio) depositam suas ofertas, dentro de um envelope lacrado, em uma urna transparente. Elas devem conter oferta de bônus de assinatura e PEM (Programa Exploratório Mínimo), no caso das rodadas sob o regime de concessão, ou a parcela do excedente em óleo ofertada à União, no caso das rodadas sob o regime de partilha. O julgamento das ofertas é feito imediatamente, com base nos critérios do edital, e o nome da vencedora é divulgado em seguida.

Fonte: o petróleo