domingo, 19 de fevereiro de 2017

CORTE NA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO PODERÁ SER MAIOR SEGUNDO OPEP!

Opep poderá estender cortes se excedente persistir, dizem fontes

O grupo, junto com a Rússia e outros produtores de fora da Opep, fechou acordo no fim de 2016 para reduzir a produção em 1,8 milhão de barris por dia

Riad – A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) poderá estender seu acordo de cortes de produção com produtores de fora do grupo ou até mesmo aplicar cortes maiores a partir de julho caso os estoques globais de petróleo não caiam para o nível almejado, disseram fontes da Opep.
O grupo, junto com a Rússia e outros produtores de fora da Opep, fechou acordo no fim do ano passado para reduzir a produção em 1,8 milhão de barris por dia para reduzir um excedente global que derrubou os preços. O acordo entrou em vigor em 1º de janeiro e dura seis meses.
Para que os estoques globais de petróleo caiam em 300 milhões de barris para a média de cinco anos, os países produtores devem aderir 100 por cento ao acordo e o crescimento na demanda por petróleo precisará se manter saudável, disseram as fontes.
“Se tivermos a adesão completa de todos, os estoques irão cair. Em algum momento no meio deste ano, pode ser que eles fiquem perto da média de cinco anos. Mas isso se você tiver 100 por cento de adesão”, disse uma fonte da Opep.
“A pergunta é: em quanto eles cairão? Para isso, você precisa esperar pra ver.”
A Opep se reúne novamente em 25 de maio para decidir sobre a política de oferta, com produtores de fora do grupo possivelmente também convidados para participar.

EMPRESA RUSSA INICIA A PERFURAÇÃO AQUI NO BRASIL

Estatal russa começa perfuração de petróleo no Brasil

Rosneft informou que começou a perfurar o primeiro poço na bacia do rio Solimões

Rosneft, estatal de petróleo da Rússia, começou a perfurar seu primeiro poço de exploração na bacia brasileira do rio Solimões, comunicou na quinta-feira, 16, a empresa.
A companhia comprou uma participação de controle no projeto de petróleo e gás na região amazônica da PetroRio em 2015.
“A Rosneft planeja perfurar ao menos quatro poços nesta campanha de exploração com o plano de obter informações geológicas para determinar o potencial de recursos de hidrocarboneto na bacia do Solimões”, informou.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS PODE TER AUMENTO DE PREÇOS!!!ENTENDA PORQUE?

Petrobras pode ter que voltar a elevar preços de combustíveis

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Acordo da Opep e variação cambial geram necessidade de novo aumento, segundo Adriano Pires

[01.12.2016] 13h54m / Por Gabriela Medeiros
O diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, acredita que a Petrobras terá de voltar a aumentar o preço da gasolina e do diesel em dezembro. A previsão leva em conta o acordo da Opep para limitar a produção de petróleo e a eleição de Donald Trump como presidente dos EUA.
Com o consenso entre os países do cartel, formalizado na quarta-feira (30/11), a expectativa é que os preços do petróleo voltem a subir, encarecendo o processamento nas refinarias. Já a eleição do candidato republicano provocou uma desvalorização do real frente ao dólar, o que deve obrigar a petroleira a fazer um novo ajuste de preços. 
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Segundo Pires, hoje já seria necessário um aumento de 16% no preço do diesel e de 17% na gasolina para manter o prêmio de 8%.
Desde outubro, a Petrobras anunciou duas reduções nos preços do diesel e da gasolina nas refinarias, como parte de sua nova política de preços de combustíveis. Na última delas, o diesel caiu 10,4% e a gasolina, 3,1%. 
A metodologia definida pela Petrobras prevê a revisão dos preços cobrados nas refinarias pelo menos uma vez por mês após análise do comitê formado pelo presidente da companhia, o diretor de Refino e Gás Natural e o diretor Financeiro e de Relação com Investidores.
Imagem relacionada
O objetivo é fazer com que a companhia possa implementar uma política de preços competitivos que reflita os movimentos do mercado internacional de petróleo em períodos mais curtos.
Adriano Pires participou do Fórum de Energia da FGV, nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Petrobras pode ter que voltar a elevar preços de combustíveis

Resultado de imagem para fotos e imagens petrobras sem direitosAcordo da Opep e variação cambial geram necessidade de novo aumento, segundo Adriano Pires

[01.12.2016] 13h54m / Por Gabriela Medeiros
O diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, acredita que a Petrobras terá de voltar a aumentar o preço da gasolina e do diesel em dezembro. A previsão leva em conta o acordo da Opep para limitar a produção de petróleo e a eleição de Donald Trump como presidente dos EUA.
Com o consenso entre os países do cartel, formalizado na quarta-feira (30/11), a expectativa é que os preços do petróleo voltem a subir, encarecendo o processamento nas refinarias. Já a eleição do candidato republicano provocou uma desvalorização do real frente ao dólar, o que deve obrigar a petroleira a fazer um novo ajuste de preços. 
Segundo Pires, hoje já seria necessário um aumento de 16% no preço do diesel e de 17% na gasolina para manter o prêmio de 8%.
Desde outubro, a Petrobras anunciou duas reduções nos preços do diesel e da gasolina nas refinarias, como parte de sua nova política de preços de combustíveis. Na última delas, o diesel caiu 10,4% e a gasolina, 3,1%. 

A metodologia definida pela Petrobras prevê a revisão dos preços cobrados nas refinarias pelo menos uma vez por mês após análise do comitê formado pelo presidente da companhia, o diretor de Refino e Gás Natural e o diretor Financeiro e de Relação com Investidores.
O objetivo é fazer com que a companhia possa implementar uma política de preços competitivos que reflita os movimentos do mercado internacional de petróleo em períodos mais curtos.
Adriano Pires participou do Fórum de Energia da FGV, nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro.