quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

BARREIRA COMERCIAL IMPOSTA A VENEZUELA CAUSA FRENEZI NO MERCADO DE PETRÓLEO

PETRÓLEO

Sanções venezuelanas deixam mercado de petróleo aquecido

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As sanções dos Estados Unidos à estatal venezuelana estão apertando o mercado global de petróleo e enviando refinarias pelo mundo inteiro para encontrar substitutos para os petróleos pesados ​​e extrapesados ​​pesados ​​do país.
Os pesados ​​crus da Venezuela, como Merey, têm poucos substitutos próximos, sendo os mais próximos os de Marlim do Brasil, Maya do México, Bow River e Cold Lake do Canadá, ou Basra Heavy do Iraque.
A maioria desses crus tem um teor de enxofre ainda maior do que o da Venezuela, que exigirá processamento extra para produzir combustíveis de qualidade aceitável e, de qualquer forma, as quantidades são limitadas a curto prazo.
As sanções venezuelanas chegaram a um mercado que provavelmente não teria petróleo bruto médio e pesado por causa das sanções dos EUA ao Irã e dos cortes de produção da Opep.
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Os principais exportadores de petróleo do Golfo do Oriente Médio (Arábia Saudita, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Irã) comercializam principalmente petróleo bruto médio e pesado.
As sanções dos EUA contra o Irã e a Venezuela, juntamente com os cortes na produção da OPEP, removeram a maior parte dos óleos médios e pesados ​​do mercado, deixando os tipos mais leves relativamente pouco afetados.
O resultado é que os preços médios e pesados ​​subiram em relação aos seus pares mais leves desde meados de janeiro.
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A Mars, uma classe média de petróleo do Golfo dos EUA, passou para um prêmio raro em relação à Louisiana Light Sweet. Omã, outro petróleo médio, passou para um prêmio sobre o Brent, um leve.

Fonte: opetróleo

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

PREJUÍZO MILIONARIO COM ATRASO DA PLATAFORMA FORA DE OPERAÇÃO P-67!

ATRASO NA PLATAFORMA P-67 TERIA GERADO PERDAS DE US$ 232,5 MILHÕES

Plataforma FPSO P-67 na Baía de Guanabara.
Plataforma FPSO P-67 na Baía de Guanabara.
O FPSO P-67, que entrou em operação na semana passada, estava previsto para iniciar suas atividades ainda no ano passado. Mas, no mercado naval, o comentário é que o atraso no começo da produção do navio-plataforma, construído na China, é resultado de reparos que precisaram ser feitos na unidade. A previsão inicial era que a embarcação estaria em operação até dezembro. Com um mês de atraso no início das atividades, o prejuízo calculado é de US$ 232,5 milhões, conforme publicou a coluna do jornalista Lauro Jardim, em “O Globo”, levando em consideração que o navio produz 150 mil barris por dia.
A nota diz ainda que a Petrobrás não confirmou ou negou os possíveis defeitos na plataforma. A estatal apenas declarou que após desembaraço aduaneiro, inspeções e serviços executados, a P-67 foi transportada para a locação, no campo de Lula.
A P-67  ficará ligada a nove poços produtores, além de estar interligada a seis poços injetores. Além dos 150 mil barris de óleo produzidos por dia, o FPSO tem capacidade de comprimir até 6 milhões de m³ por dia de gás natural. Pela expectativa da Petrobrás, ainda neste ano, o campo de Lula alcançará a marca de 1 milhão de barris de petróleo produzidos diariamente, menos de uma década desde o início de sua produção comercial (outubro de 2010).
Fonte:Petronotícas

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

VENEZUELA SEM MERCADO PARA VENDER SEU PETRÓLEO, POSSIVEL QUEDA DE NICOLÁS MADURO!

VENEZUELA NÃO TEM MERCADO PARA VENDER SEU PETRÓLEO E SITUAÇÃO AGRAVA-SE A CADA DIA


sdssOs dias do ditador Nicolás Maduro na Venezuela parecem contados. Sem apoio internacional não terá muito tempo o apoio que precisa. E o pior que ele parece não enxergar ou não querer enxergar o que é  óbvio para o mundo: a população  não tem como se sustentar. A inflação passa de 1 milhão por cento, mas prefere colocar a responsabilidade nos americanos. Enquanto os militares corruptos de alta patente continuarem a sustenta-lo, o ditador vai se mantendo aos trancos e barrancos. Mas muito mais para os barrancos. Hoje o jornal O Estado de São Paulo traz mais uma grave denúncia contra o governo de Maduro envolvendo propinas pagas pela Odebrecht.
Delações e documentos reunidos no Brasil e na Venezuela indicam que a construtora brasileira Odebrecht pagou mais de R$ 630 milhões em propinas e financiamentos ilegais de campanhas venezuelanas em oito anos. Os valores são quase o dobro do mencionado no acordo entre a Odebrecht e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Em 2016, os pagamentos de propina da construtora na Venezuela eram estimados em US$ 98 milhões.Autoridades da Venezuela que conduziram a fase inicial das investigações sobre a Odebrecht suspeitam que os pagamentos da construtora brasileira tenham, portanto, sido superiores ao que a empresa admitiu à Justiça americana. Apenas para a campanha presidencial de Nicolás Maduro, mais de R$ 110 milhões foram destinados pela construtora. Em troca, a dsdsssempresa brasileira foi favorecida em mais de uma dezena de contratos públicos entre 2006 e 2014.
As exportações de petróleo da Venezuela estão caindo rapidamente. As novas sanções impostas pelos EUA estão colocando o setor petroleiro do país mais perto de um colapso e ameaçam provocar um impacto sobre os mercados globais maior do que o esperado. Os estoques de petróleo da Venezuela estão crescendo porque não há mercado para os venezuelanos. Há muitas dificuldades para achar compradores,  a única fonte real de recursos do seu governo. As restrições impostas pelos EUA, que visam redirecionar a receita obtida com o petróleo para o líder oposicionista Juan Guaidó, estão tornando difícil para regime de Maduro garantir o pagamento pelo petróleo. A produção também está caindo por causa de problemas trabalhistas, que incluem o abandono em massa do emprego por trabalhadores que lutam para sobreviver à hiperinflação e aos salários atrasados, e também pela falta de derivados de petróleo importados, dos quais a Venezuela precisa para diluir seu petróleo pesado e bombeá-lo pelos oleodutos para os terminais de exportação.

FONTE:PETRONOTÍCIAS

sábado, 9 de fevereiro de 2019

PETROLIFERA NORUEGUESA EQUINOR ACREDITA NA REDUÇÃO DO BREAKEVEN EM CARCARÁ.

EQUINOR DIZ QUE HÁ POTENCIAL PARA REDUZIR PREÇO DE EQUILÍBRIO DE CARCARÁ PARA MENOS DE 35 DÓLARES POR BARRIL

Margareth OevrumA norueguesa Equinor acredita que é possível reduzir o breakeven (ponto de equilíbrio onde a empresa deixa de perder dinheiro e passa a ganhar e equilibrar o capital investido) do campo de Carcará, na Bacia de Santos. Segundo a chefe das operações da companhia no Brasil, Margareth Øvrum, é possível diminuir o número dos atuais US$ 35 dólares por barril. A declaração foi feita durante evento do mercado de capitais em Londres, na Inglaterra.
A executiva disse ainda no encontro sobre as metas para outro importante ativo, o campo de Roncador, na Bacia de Campos. Oevrum disse que a taxa de recuperação do ativo está atualmente na faixa de 29%, mas a meta de longo prazo da companhia é 40%. Ela ainda acrescentou que a estatal norueguesa está confiante de que poderá aumentar sua lucratividade no campo.
A Equinor é a operadora com 76% de participação no bloco BM-S-8 offshore na Bacia de Santos, que contém uma parte significativa do campo de Carcará, umas das maiores descobertas do pré-sal nos anos recentes. Em Roncador, a empresa norueguesa possui 25% de participação adquiridos da Petrobrás, no ano passado.


Fonte:Petronoticias